Hoje ao ler o jornal, deparei-me com um brilhante artigo escrito pelo Dr. Dráuzio Varella denominado Vicissitudes Aeroportuárias.
Infelizmente uma nota de rodapé da página deste veículo de comunicação que se diz estar “A Serviço do Brasil”, me proíbe de copiar a matéria e divulgá-la em qualquer meio de comunicação.
O fato é que o Dr. Dráuzio simplesmente conseguiu condensar em breves palavras o que eu já havia dito em meu blog ou twitter algumas semanas atrás: “Viajar de avião no século XXI ficou insuportável”.
Aqui em casa após minha última viagem a Belo Horizonte, decretei que qualquer viagem dentro de um raio de 600km da minha casa será obrigatoriamente feita de carro custe o que custar.
Filas, bagagens, gente mal educada, assentos apertados e desconfortáveis (e olha que eu tenho 1,65m) um inferno. E não há a quem responsabilizar a não ser a nós mesmos.
Somos culpados por ter a memória curta, por eleger as pessoas erradas, somos culpados por engolir um serviço e um atendimento ruim sem reclamar, somos culpados por sermos passivos como cordeiros quando deveríamos deixar de usar, afinal somos nós que pagamos.
Pagamos como o dinheiro suado do trabalho (exceção feita a alguns políticos em que o dinheiro só é suado por estar em contato com a própria pele, cuecas, meias e etc…).
Quem me conhece e convive comigo sabe que não tenho o perfil de agitador e muito menos anarquista, mas gosto de justiça, gosto de pagar pelo que vale principalmente em se tratando de serviços.
E a educação? Assim como a cortesia e o respeito estão desaparecendo da vida das pessoas, crianças, jovens, adultos e velhos. Os primeiros não recebem dos pais, os segundos acham que precisam se afirmar sem ela, os terceiros simplesmente a ignoram e os últimos acredito que esqueceram.
Para aqueles que acham ser isso uma exclusividade aqui do Brasil, não se iludam, não é, isso tem acontecido em diversas partes do mundo em maior ou menor escala.
Fica aqui meu desabafo compartilhado com mais um excelente texto do Dr. Dráuzio.
Até breve.







